terça-feira, 16 de março de 2021

WALTER - VALDO

 Em pé: Valquíria, João, um amigo da família, Creusa, Dejanira e Vespasiano. Agachados: Valdo, Vespasiano Filho, Vanderlei, Waldir, Wagner e Walter (1967)

Por: Walter Brito

          Bacana, meu querido e amado irmão, do peito e do coração, Valdo Gualberto de Brito. Você sabe que ao escrever a nossa obra, eu fiz a boneca do livro, ou seja, o modelo do que seria impresso. Vespa e Deja, ambos já aposentados, passavam o dia lendo e chorando, lendo e chorando de emoção, com a bela história que eles construíram aqui na terra.  

         

Deja e Vespa choravam ao ler a história da família

         No dia 10 de outubro de 2006, no Foyer do Teatro Nacional de Brasília, os meus sete irmãos, mil pessoas em nossa festa, com muita cerveja, whisky, sucos, refrigerantes, os melhores salgadinhos da capital brasileira, champanhe e vinho, em alto estilo lançamos a história de Deja e Vespa!                  

          Na mesa de autoridades: Deja e Vespa, ao lado dos atores da Globo Milton Gonçalves, Jorge Coutinho (presidente do Sindicato dos Artistas do Rio, 86 anos. Ele foi candidato a vice-prefeito no Rio da deputada Clarissa Garotinho em 2020) e Cosme do Santos (que fez a novela Escrava Isaura e muitas outras), doutor Wilson Dias, o secretário de cultura do DF, Ricardo Marques, secretários do GDF Rubens Martins e Carlos Michiles, entre outros.  No comando do cerimonial e de microfone em punho, meu amigo Clayton Aguiar, hoje na Assessoria Especial do líder do governo no Congresso Nacional, senador Eduardo Gomes.  

          Eis que chega o dia 20 de dezembro de 2006, quando você, Daizão, junto com nossos irmãos e alguns amigos aqui do Grupo Irmandade, lotamos o Formosa Tênis Clube para mais uma homenagem ao casal Deja e Vespa.                  

          No microfone, dirigindo o cerimonial, o amigo de infância, filho de Zé de Valu e da saudosa dona Naná, o compadre Juarez Fernandes, maior nome do Rádio no Distrito Federal nos últimos 30 anos!  Participando da mesa de autoridades, novamente, Deja e Vespa. Ao lado de nossos genitores, o juiz doutor Wilson da Silva Dias, o prefeito Tião Caroço e este escriba do Abreu Velho de Guerra, Walter Brito.  Na plateia, junto com os amigos de Deja e Vespa, o poeta Antonio Victor, revisor e autor do prefácio de nossa obra; o saudoso doutor Nabi Gebrim e seu filho César; João Balduíno Magalhães, ex-vereador e ex-presidente do Parlamento Municipal de Formosa. João é filho do ex-prefeito Quinca Magalhães; a saudosa professora Edna Lobo, diretora da porteira Dejanira no Grupo Americano do Brasil e duas assessoras do artista plástico Siron Franco. Este produziu a capa de VIDAS NEGRAS IMPORTAM: MEMÓRIAS DE UMA FAMÍLIA NEGRA BRASILEIRA. Lembrando que a apresentação de nossa obra é do membro da Academia Brasileira Letras, o ex-presidente José Sarney.  

          No dia seguinte, uma grande festa no Grupo Escolar Americano do Brasil, sob a coordenação do engenheiro Pedro Ivo, na ocasião pré-candidato a prefeito de Formosa.  A partir daí a obra que conta a história de Dona Deja ganhou o Brasil e também já é conhecida no exterior. Tudo isso, meu caro Daisão, pela força e fé de uma porteira de uma escola, a nossa Rainha Deja e a determinação do alfaiate do primeiro time nacional, o nosso mestre Vespa, que priorizaram para os seus filhos a educação de qualidade!     

          Na maioria das livrarias de nosso país, a nossa obra está presente. SALVE DEJA E VESPA!

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