quinta-feira, 19 de março de 2020

PRÉ-CANDIDATO A VEREADOR DO RIO SUGERE A RENÚNCIA DE EDUARDO BOLSONARO!

O Jornalista Walter Brito quer debate público com Eduardo Bolsonaro. Tudo pelo fato do Eduardo ter culpado a China pelo coronavírus no mundo


Por: Euslicely Freitas

Indignado com a insensatez do deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP), o jornalista Walter Brito chama o homem de 1.847.735 votos para um debate público, quando sugeriu os temas: economia, política nacional e internacional, questões ideológicas, ética, educação e o tema do momento, o coronavírus.

o ator Jorge Coutinho é pré-candidato a prefeito do Rio e o jornalista Walter Brito, pré - candidato a vereador

O jornalista afrodescendente, filho de pai alfaiate e mãe faxineira de uma escola pública, saiu aos 16 anos de casa e foi forjado na luta pela sobrevivência, por isso é um grande improvisador nos debates da vida, começando pelas diversas profissões que exerceu: padeiro, engraxate, alfaiate, professor de matemática, estilista de modas, jornalista, marqueteiro, bacharel em direito com pós-graduação em direitos penal e eleitoral.

O jornalista Walter Brito, como presidente em exercício da Fundação Cultural Palmares, negociou junto com o Itamarati, a vinda do Mandela ao Brasil em 1991, antes do líder se tornar presidente na África do Sul


O desafiador de filho do presidente foi diretor administrativo e financeiro da Fundação Cultural Palmares, nos governos Collor e Itamar Franco, quando assumiu a presidência da instituição interinamente por 23 ocasiões, notadamente, quando Nelson Mandela saiu do cárcere na África do Sul e veio pela primeira vez ao Brasil. Walter Brito representou o então presidente Fernando Collor de Mello na cerimônia no Palácio Anchieta, quando o saudoso governador afrodescendente Albuíno Azeredo homenageou o líder sul-africano. 

Mandela e Winnie estiveram também no Rio de Janeiro, à época governado por Leonel Brizola

Na ocasião, após seu pronunciamento representando Fernando Collor, Walter Brito passou às mãos do líder negro, o livro Mão Afro, que conta a história da arte negra no Brasil. Walter Brito também participou da cerimônia no Estádio Cariacica, quando Mandela e Winnie Mandela foram ovacionados por mais de dez mil pessoas. 


o jornalista Walter Brito fez seu pronunciamento no sepultamento de Grande Otelo, representando o presidente Itamar Franco. O ator Pratinha falou em nome da família de Otelo. O ex-deputado e senador  Hélio Costa, falou em nome dos Artistas ( ele foi apresentador da Globo)


Foi também o jornalista e pré-candidato a vereador do Rio em 2020 quem transformou o sepultamento do ator Grande Otelo em uma cerimônia realizada para sepultamento de chefe de Estado, cuja exigência foi do amigo, conterrâneo e presidente Itamar Franco. Otelo faleceu em Paris e o então presidente Itamar pediu que Walter organizasse um velório como se fosse para um chefe de Estado, ocorrido no Palácio Gustavo Capanema no Rio, que contou com a presença de personalidades tais como: atores Jorge Coutinho e Milton Gonçalves, vedete Virgínia Lane, cantor Martinho da Vila, arquiteto Oscar Niemayer, governador Leonel Brizola e o presidente Itamar Franco, entre outros.
No dia seguinte, o jornalista seguiu para Uberlândia-MG, em um avião fretado pela Presidência da República,  juntamente com todos os filhos e filhas de Otelo, genros, noras, sobrinhas e a última namorada do protagonista de Macunaíma, quando cerca de oito mil uberlandenses esperavam a chegada do conterrâneo e cidadão do mundo Grande Otelo.

A ministra da cultura, que votou em Jorge Coutinho para presidende do Sindicato dos Artistas do Rio em 2019, certamente receberá em audiência na próxima semana, o pré-candidato a vereador do Rio e ex-dirigente da Palmares, jornalista Walter Brito


O jornalista Walter Brito espera ser recebido na próxima semana pela ministra da cultura, a atriz Regina Duarte, para quem deverá explicar de forma efetiva a verdadeira história da Fundação Cultural Palmares, inclusive toda a estrutura administrativa, criação de cargos e funções, orçamento, organograma e o objetivo para a existência da instituição zumbiniana.

No lançamento de sua obra no Teatro Nacional, Walter Brito foi surpreendido por mil convidados no foyer do Teatro Nacional em Brasilia. Entre eles, seus sete irmãos; os saudosos pais, Vespa e Deija; os atores globais: Jorge Coutinho, Cosme do Santos e Milton Gonçalves ( na foto com Walter acima); governadora Maria Abadia, doze embaixadores africanos. O cerimonialista do evento foi o apresentador de TV, Clayton Aguiar.


Em tempo, faz parte da trajetória do desafiante para um debate público do deputado Eduardo Bolsonaro a autoria do Livro: Memórias de Uma Família Negra Brasileira, lançado em 2006 no Teatro Nacional em Brasília, com cerca de mil pessoas presentes, entre as quais a então governadora Maria Abadia, ministros, deputados, onze embaixadores africanos, os sete irmãos do autor e seus pais.
Walter entrou no salão, ladeado dos atores Milton Gonçalves, Jorge Coutinho e Cosme dos Santos.

A Prêmio Nobel da Paz, a saudosa Wangari Mattai, recebeu o livro de Walter Brito em Salvador, antes do lançamento no Teatro Nacional

 Questionado pela reportagem sobre as regras do debate, o jornalista Walter Brito sugeriu: "Se eu vencer o debate, certamente ficará claro para o povo brasileiro que o negro existe intelectualmente em nosso país, que o lançamento de afrodescendentes para prefeitos em todo o país ficará mais fácil, inclusive a candidatura de Jorge Coutinho para prefeito do Rio. Jorge representará a cultura e a negritude no poder. Se o Eduardo perder o debate público, que ele renuncie a seu mandato de deputado, peça perdão ao povo chinês e pare de atrapalhar o pai Jair Bolsonaro, eleito democraticamente presidente do Brasil, para governar sem nenhuma interferência familiar", concluiu Walter Brito. o jornalista diz que declinará de seu projeto rumo ao parlamento municipal do Rio, caso seja derrotado por Eduardo Bolsonaro no debate público.


o jornalista Walter Brito, sugere que o deputado Eduardo Bolsonaro, peça desculpas ao embaixador da China em Brasilia, o doutor Yang Wanming, antes do debate público.




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