segunda-feira, 23 de março de 2020

FOI NO COPACABANA PALACE QUE COMEÇOU A HISTÓRIA DO PRÉ-CANDIDATO A PREFEITO DO RIO JORGE COUTINHO

Ao assistir o show de Nat King Cole no Copacabana Palace, Jorge Coutinho definiu sua trajetória como ator


Por: Cely Freitas

A história do Copacabana Palace no Rio se confunde com a história do Brasil, como a história do ator Jorge Coutinho se confunde com a história da afrodescendência nacional. O mais famoso hotel do Brasil, de fama mundial, foi construído por Otávio Guinle entre 1919 e 1923.

Jorginho Guinle foi o maior playboi brasileiro, herdeiro bilionário da família que construiu o Copacabana Palace e o administrou por longos anos. Ele namorou as mais renomadas atrizes de Hollywood, que eram presenças constantes nos grandes eventos do Copa

O hotel centenário foi erguido às margens da praia de Copacabana, a pedido do presidente Epitácio Pessoa, cujo principal objetivo, naquele período da história, era hospedar turistas para a Exposição  do Centenário da Independência do Brasil em 1922.

O ator Jorge Coutinho, pré-candidato a prefeito do Rio e o jornalista Walter Brito, pré-candidato a vereador. Os dois assinarão a ficha de filiação partidária, na mesma legenda e na próxima quarta-feira, 25/3'


O ator Jorge Coutinho, nascido em 1934 no bairro de São Cristóvão, portanto um carioca da gema; na segunda metade do anos 50, já passando dos 20 anos, teve sua carteira assinada pela família Guinle, como bombeiro eletricista. Atento aos acontecimentos do famoso hotel, eis que Jorge Coutinho resolve assistir no Golden Room do Copacabana Palace, ao show do afro-americano Nat King Cole.

Na noite do show de Nat King Cole, uma das personalidades que brilhou, anotando o nome de cada personalidade presente, foi o saudoso colunista social Ibrahim Sued, presença obrigatória nos grandes eventos da República à época

Ali naquela noite de glamour, o filho de dona Mercedes Antônia já sabia o que iria fazer dali para frente.

Milton Gonçalves e Jorge Coutinho são parceiros na vida artística, na política e amigos como se fossem irmãos:  há 62 anos! Atualmente Coutinho é presidente do SATED e Milton, o secretário-geral

Imediatamente, ele se matriculou na escola de teatro de Maria Clara Machado, cujo nome era Teatro Tablado. Formado, Jorge saiu pelo Brasil, como protagonista de uma peça de teatro que pregava a Reforma Agrária no Brasil. Ao chegarem os anos de chumbo e por sua atividade como artista ser considerada subversiva, ele foi exilado por um bom período na Argentina.
Ao voltar do Exílio, Jorge protagonizou em uma novela de Janet Clair, na TV Globo, o primeiro beijo inter-racial na TV, trocado com a bela atriz Djenane Machado. Em 62 anos de carreira como ator, e sempre ao lado do colega também ator Milton Gonçalves, Jorge participou de dezenas de filmes no cinema e diversas novelas na televisão. Foi presidente da Rádio Roquete Pinto, quando o seu superintendente era o genial ator Mário Lago.
Mangueirense de coração, Jorge fez amizade em todas as escolas de samba, inclusive na Portela, escola de sua mãe e de seu compadre Monarco.
Fundador do MDB, ao lado de Ulysses Guimarães e Milton Gonçalves, os dois atores participaram dos principais momentos da legenda, inclusive do movimento das Diretas Já, que teve Milton Gonçalves como locutor oficial. Jorge Coutinho foi presidente nacional do MDB afro, ocasião em que o jornalista Walter Brito era o vice. O jornalista é pré-candidato a vereador pelo Rio em 2020.
Presidente do Sindicato dos Artistas do Rio de Janeiro pelo quarto mandato, na última eleição ocorrida no final de 2019, Coutinho venceu a oposição pelo placar expressivo de 65% contra 35%, derrotando o não menos famoso ator Paulo Betti.
O pré-candidato deverá assinar a ficha de filiação partidária na próxima quarta-feira, 25/3. Ele não revelou qual será a legenda, mas surpreenderá muita gente acostumada nos bastidores da política carioca. A possível vitória de Jorge Coutinho na eleição de outubro no Rio representará o resgate da negritude Brasileira.

O Copacabana Palace foi construído entre 1919 e 1923
E o Copacabana Palace, que deu o primeiro emprego para o afrodescendente, apesar de ser símbolo de luxo e poder, representará, também, um passado de lutas, conquistas e vitórias do povo negro. Nat King Cole, Wilson Simonal e Cauby Peixoto, entre outras estrelas que brilharam no Copacabana Palace, certamente estarão na eternidade torcendo pela vitória de Coutinho para prefeito e do jornalista Walter Brito para vereador.

O simples mergulho da eterna princesa Lady Day e em plena madrugada na piscina do Copa, passou para a história como o mergulho mais divulgado no mundo



Wilson Simonal foi o maior Show Man brasileiro e brilhou por diversas vezes, no palco do Copacabana Palace



sábado, 21 de março de 2020

JORNALISTA WALTER BRITO COBRE O SÁBADO MORTO NA CINELÂNDIA



Por: Cely Freitas

O jornalista e pré-candidato a vereador no Rio, Walter Brito, passou a manhã inteira na Cinelândia, de frente ao Parlamento Municipal do Rio de Janeiro e de frente ao Teatro Municipal, por onde transitam milhares de pessoas todos os dias a vida inteira. Neste sábado 21/3, porém, apenas uma farmácia de frente à Praça da Cinelândia, a Drogaria Venâncio, e mais nenhum estabelecimento comercial foi encontrado aberto. O palco onde se realizou o movimento pelas Diretas Já, com milhares de pessoas em 1983, estava completamente vazio e somente duas pessoas passaram por lá e sob os olhos atentos de policiais militares que faziam patrulha em uma viatura da PM. O jornalista entrevistou os dois transeuntes e elogiou a condução do combate à pandemia do coronavírus no Brasil. Vale lembrar que em apenas 24 horas, o coronavírus matou 800 pessoas na Itália. Walter Brito elogiou o trabalho do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, sem dúvidas a grande estrela do trabalho eficiente do governo brasileiro. O repórter parabeniza nesta reportagem o presidente Jair Bolsonaro, que após alguns embates teóricos, assume o seu papel na demonstração da firmeza com a qual tem conduzido os trabalhos em um país de dimensões continentais, pois sua extensão territorial é de 8.514.876 km2. O repórter fez referência também ao trabalho bem conduzido pelos governadores de Brasília e Goiás, respectivamente Ibaneis Rocha e Ronaldo Caiado. O repórter não esqueceu de fazer referência ao brigadeiro Átila Maia, que também tem dado sua contribuição, orientando os brasileiros de todos os cantos sobre a referida pandemia que ameaça o planeta Terra. O brigadeiro Átila Maia é pré-candidato a presidente da República em 2022.


sexta-feira, 20 de março de 2020

ZÉ CARIOCA DO PLANALTO DEFENDE O 03 de Bolsonaro.

Gerneral Mourão resgata o Zé Carioca: Eduardo Bananinha

Por: Cely Freitas       

A lenda, Zé Carioca, é de um personagem fictício, desenvolvido nos estúdios de Walt Disney, no início da década de 40. Ele é retratado como o típico malandro carioca, sempre escapando dos problemas com o jeitinho característico. 

O nome de Reinaldo Azevedo é sugerido para mediar debate, entre o jornalista Walter Brito e o deputado Eduardo Bolsonaro
O brilhante jornalista Reinaldo Azevedo deixou uma pergunta no ar ontem em seu programa de rádio, 19/3, indagando: "Até quando o Brasil vai aguentar um filhinho de papai sem massa cinzenta, ou seja, um parlamentar que obteve quase 1 milhão e 900 votos, maior votação do país, e não tem capacidade de raciocinar de forma coerente?" 

Carlos, Flávio, Jair e Eduardo Bolsonaro: o clã se une para governar até o final do mandato


Lembrando ainda que na campanha do pai, o Eduardo insinuou que para fechar o Supremo bastam dois soldados e um cabo. Ele ameaçou ser embaixador dos EUA e não obteve apoio nem da mídia e muito menos do Senado, onde seria sabatinado. Orientado, por alguém que usa a massa cinzenta, o filho de Bolsonaro declinou de seu projeto faraônico. Ele também ameaçou ser o líder da direita na América Latina, mas só ficou na cabeça sem massa cinzenta, de acordo com o famoso radialista da Band. 

Noel Rosa foi um autêntico representante da boemia carioca


A reportagem foi à Lapa, onde a boemia impera e a malandragem passeia faceira, de terno branco e chapéu-coco. Entrevistamos Brasil Tapajós, um típico Zé carioca moderno. 

A República se une para pedir desculpas ao presidente chinês, Xi Jinping . Eduardo diz que interpretaram mal suas palavras

Questionado pela reportagem sobre o abalo diplomático causado pelo 03 do presidente, Brasil argumentou: "Concordo com Reinaldo Azevedo, quando ele disse que o deputado mais votado do país não tem massa cinzenta. E mais, acho que o Eduardo Bolsonaro, no lugar de massa encefálica na cabeça, ele tem é massa de pão. Prova disso, é que ele atacou o nosso maior parceiro comercial, que é a China, e quando a corda apertou para o lado dele, o 03 saiu pela tangente e se mostrou mal interpretado. Aí ele deixou o pepino para ser resolvido pelo Rodrigo Maia, presidente da Câmara, pela Comissão da Agricultura da Câmara e pelo seu pau-mandado no Itamarati, o chanceler Ernesto Araújo. Agora a melhor para o povo na era do coronavírus, foi a resposta do general Mourão, que embora gaúcho, viveu no Rio por muitos anos como um carioca da gema e carimbou o passaporte de Zé Carioca do Palácio do Planalto ao afirmar: "O Eduardo Bolsonaro é um deputado. Se o nome dele fosse Eduardo Bananinha não era problema nenhum". Simples assim, não é, Mourão, o Zé Carioca do Poder. Ao final, quero estender o tapete vermelho para o Reinaldo Azevedo desfilar soberano, pois o Zero 3 não tem defesa e nem massa cinzenta. O melhor é ele renunciar, como sugeriu o jornalista Walter Brito, pré-candidato a vereador. 

Jornalista Walter Brito na posse do saudoso amigo e presidente do Supremo, Mauricio Correa

O afrodescendente Walter Brito propôs um debate público contra o 03, quando sugeriu temas como: educação, ética, política nacional e internacional, economia e coronavírus. Aproveito para sugerir ao jornalista Walter Brito e ao Eduardo Bolsonaro que o debate público seja mediado pelo competente jornalista Reinaldo Azevedo", concluiu Brasil Tapajós.  Até quando o Brasil vai aguentar o deputado Eduardo Bolsonaro?

Jornalista Walter Brito, pré-candidato a vereador do Rio, ao lado do fundador da JBS, Júnior Friboi, há 14 anos presidindo a JBJ



quinta-feira, 19 de março de 2020

PRÉ-CANDIDATO A VEREADOR DO RIO SUGERE A RENÚNCIA DE EDUARDO BOLSONARO!

O Jornalista Walter Brito quer debate público com Eduardo Bolsonaro. Tudo pelo fato do Eduardo ter culpado a China pelo coronavírus no mundo


Por: Euslicely Freitas

Indignado com a insensatez do deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP), o jornalista Walter Brito chama o homem de 1.847.735 votos para um debate público, quando sugeriu os temas: economia, política nacional e internacional, questões ideológicas, ética, educação e o tema do momento, o coronavírus.

o ator Jorge Coutinho é pré-candidato a prefeito do Rio e o jornalista Walter Brito, pré - candidato a vereador

O jornalista afrodescendente, filho de pai alfaiate e mãe faxineira de uma escola pública, saiu aos 16 anos de casa e foi forjado na luta pela sobrevivência, por isso é um grande improvisador nos debates da vida, começando pelas diversas profissões que exerceu: padeiro, engraxate, alfaiate, professor de matemática, estilista de modas, jornalista, marqueteiro, bacharel em direito com pós-graduação em direitos penal e eleitoral.

O jornalista Walter Brito, como presidente em exercício da Fundação Cultural Palmares, negociou junto com o Itamarati, a vinda do Mandela ao Brasil em 1991, antes do líder se tornar presidente na África do Sul


O desafiador de filho do presidente foi diretor administrativo e financeiro da Fundação Cultural Palmares, nos governos Collor e Itamar Franco, quando assumiu a presidência da instituição interinamente por 23 ocasiões, notadamente, quando Nelson Mandela saiu do cárcere na África do Sul e veio pela primeira vez ao Brasil. Walter Brito representou o então presidente Fernando Collor de Mello na cerimônia no Palácio Anchieta, quando o saudoso governador afrodescendente Albuíno Azeredo homenageou o líder sul-africano. 

Mandela e Winnie estiveram também no Rio de Janeiro, à época governado por Leonel Brizola

Na ocasião, após seu pronunciamento representando Fernando Collor, Walter Brito passou às mãos do líder negro, o livro Mão Afro, que conta a história da arte negra no Brasil. Walter Brito também participou da cerimônia no Estádio Cariacica, quando Mandela e Winnie Mandela foram ovacionados por mais de dez mil pessoas. 


o jornalista Walter Brito fez seu pronunciamento no sepultamento de Grande Otelo, representando o presidente Itamar Franco. O ator Pratinha falou em nome da família de Otelo. O ex-deputado e senador  Hélio Costa, falou em nome dos Artistas ( ele foi apresentador da Globo)


Foi também o jornalista e pré-candidato a vereador do Rio em 2020 quem transformou o sepultamento do ator Grande Otelo em uma cerimônia realizada para sepultamento de chefe de Estado, cuja exigência foi do amigo, conterrâneo e presidente Itamar Franco. Otelo faleceu em Paris e o então presidente Itamar pediu que Walter organizasse um velório como se fosse para um chefe de Estado, ocorrido no Palácio Gustavo Capanema no Rio, que contou com a presença de personalidades tais como: atores Jorge Coutinho e Milton Gonçalves, vedete Virgínia Lane, cantor Martinho da Vila, arquiteto Oscar Niemayer, governador Leonel Brizola e o presidente Itamar Franco, entre outros.
No dia seguinte, o jornalista seguiu para Uberlândia-MG, em um avião fretado pela Presidência da República,  juntamente com todos os filhos e filhas de Otelo, genros, noras, sobrinhas e a última namorada do protagonista de Macunaíma, quando cerca de oito mil uberlandenses esperavam a chegada do conterrâneo e cidadão do mundo Grande Otelo.

A ministra da cultura, que votou em Jorge Coutinho para presidende do Sindicato dos Artistas do Rio em 2019, certamente receberá em audiência na próxima semana, o pré-candidato a vereador do Rio e ex-dirigente da Palmares, jornalista Walter Brito


O jornalista Walter Brito espera ser recebido na próxima semana pela ministra da cultura, a atriz Regina Duarte, para quem deverá explicar de forma efetiva a verdadeira história da Fundação Cultural Palmares, inclusive toda a estrutura administrativa, criação de cargos e funções, orçamento, organograma e o objetivo para a existência da instituição zumbiniana.

No lançamento de sua obra no Teatro Nacional, Walter Brito foi surpreendido por mil convidados no foyer do Teatro Nacional em Brasilia. Entre eles, seus sete irmãos; os saudosos pais, Vespa e Deija; os atores globais: Jorge Coutinho, Cosme do Santos e Milton Gonçalves ( na foto com Walter acima); governadora Maria Abadia, doze embaixadores africanos. O cerimonialista do evento foi o apresentador de TV, Clayton Aguiar.


Em tempo, faz parte da trajetória do desafiante para um debate público do deputado Eduardo Bolsonaro a autoria do Livro: Memórias de Uma Família Negra Brasileira, lançado em 2006 no Teatro Nacional em Brasília, com cerca de mil pessoas presentes, entre as quais a então governadora Maria Abadia, ministros, deputados, onze embaixadores africanos, os sete irmãos do autor e seus pais.
Walter entrou no salão, ladeado dos atores Milton Gonçalves, Jorge Coutinho e Cosme dos Santos.

A Prêmio Nobel da Paz, a saudosa Wangari Mattai, recebeu o livro de Walter Brito em Salvador, antes do lançamento no Teatro Nacional

 Questionado pela reportagem sobre as regras do debate, o jornalista Walter Brito sugeriu: "Se eu vencer o debate, certamente ficará claro para o povo brasileiro que o negro existe intelectualmente em nosso país, que o lançamento de afrodescendentes para prefeitos em todo o país ficará mais fácil, inclusive a candidatura de Jorge Coutinho para prefeito do Rio. Jorge representará a cultura e a negritude no poder. Se o Eduardo perder o debate público, que ele renuncie a seu mandato de deputado, peça perdão ao povo chinês e pare de atrapalhar o pai Jair Bolsonaro, eleito democraticamente presidente do Brasil, para governar sem nenhuma interferência familiar", concluiu Walter Brito. o jornalista diz que declinará de seu projeto rumo ao parlamento municipal do Rio, caso seja derrotado por Eduardo Bolsonaro no debate público.


o jornalista Walter Brito, sugere que o deputado Eduardo Bolsonaro, peça desculpas ao embaixador da China em Brasilia, o doutor Yang Wanming, antes do debate público.




quarta-feira, 18 de março de 2020

RECADO DO NEGÃO PARA O GENERAL HELENO



O jornalista Walter Brito, com um pé no PDT e pré-candidato a vereador no Rio, entende que agora chegou a hora da unidade na diversidade, e todos precisam estar juntos no combate ao coronavírus. O jornalista trabalhou na campanha de Leonel Brizola em 1982 e coordenou o departamento de mídia que elegeu o negro retinto, Carlos Alberto de Oliveira - CAÓ, deputado federal pelo PDT do Rio em 1982 (autor da Lei CAÓ). Indiferentemente de ideologias políticas, Walter Brito deseja plena recuperação ao general Heleno e sucesso a Bolsonaro no combate à pandemia que toma conta do Rio e ameaça o Brasil e o mundo!


JORNALISTA WALTER BRITO E O REI PELÉ, QUANDO EDSON ARANTES DO NASCIMENTO SE TORNOU MINISTRO DOS ESPORTES NO GOVERNO FHC!

terça-feira, 17 de março de 2020

BRIZOLA VIVE: O ATOR JORGE COUTINHO TEM PERFIL PARA SER O PREFEITO DO PDT NO RIO

Jorge Coutinho e Milton Gonçalves ajudaram Ulisses Guimarães na fundação do MDB


Por: Walter Brito

Política é coisa de profissionais e o coronavírus, que está assustando a Cidade Maravilhosa e o planeta Terra, certamente é de responsabilidade dos cientistas e médicos, do poder público e de todos nós, e cada um tem que desempenhar o seu papel. Contudo, a vida urge e o planeta se movimenta, embora tenhamos que obedecer às regras do jogo. Se o governador do Rio, Wilson Witzel, resolveu fechar o acesso das principais praias do Rio, vamos obedecer, mesmo que a economia dê uma baixada.
Como estamos em ano eleitoral, a política também tem tido seus reveses, o que é natural. Ainda assim, na política existem profissionais que enfrentam momentos adversos, mesmo que seja o coronavírus, muito temido na cidade mais bela do mundo, que é Rio de Janeiro.

O marqueteiro Braga que elegeu Iris Rezende aos 84 para prefeito de Goiânia, agora quer eleger Jorge Coutinho aos 85 bem vividos

Na próxima semana, estará desembarcando no Rio, o marqueteiro de Goiânia, Jorcelino Braga. Ele vem a convite do jurista e empresário na área de soluções financeiras, o doutor Hebert Borges Sérgio, proprietário da Oryente Soluções financeiras.

O Brigadeiro Átila Maia de mudança para o Rio, cujo compromisso será elaborar o projeto de segurança pública já na pré-campanha de Coutinho. Ao lado do prefeitável Jorge Coutinho, o empresário e advogado Hebert Borges.

E, mesmo atento à questão do vírus que assola o mundo, a razão maior de o Braga enfrentar o momento mais temeroso no Rio, é sua preocupação com o seu filling que diz: "Chegou a hora de fazer justiça na cidade de São Jorge e eleger pela primeira vez na história do Rio de Janeiro um negro retinto e com 86 anos de história. Trata-se da pré-candidatura do ator e presidente do Sindicato dos Artistas do Rio de Janeiro.
Vale lembrar que Coutinho protagonizou em 1968, em uma novela da Janete Clair, na Globo, o primeiro beijo inter-racial da TV brasileira. Ele, à época considerado o negro mais bonito do Brasil, e ela, Djenane Machado, excelente atriz de seu tempo, além de branca, bem-nascida e filha de pai famoso, o diretor Carlos Machado, o Rei da Noite e do entretenimento carioca dos anos 50 e 60.
Coutinho foi exilado na Argentina, por enfrentar a ditadura por meio da arte. Ele, saiu pelo país estrelando peças teatrais que pregavam a reforma agrária em plenos anos de chumbo.

Jorge Coutinho e a saudosa Ruth de Sousa ajudaram a construir a história do cinema e da televisão

No cinema e na televisão, Coutinho tem uma história inimitável. Foi diretor-geral da Rádio Roquete Pinto, quando a emissora era uma das principais do país e o rádio, o nosso mais importante meio de comunicação. O vice de Coutinho, na badalada emissora, era simplesmente Mário Lago.

Milton é o secretário-geral do Sindicato dos Artistas do Rio de Janeiro e Coutinho é o presidente

Na política, Coutinho junto com o seu companheiro de 62 anos de parceria, o ator Milton Gonçalves, ajudaram Ulysses a fundar o velho MDB de guerra. Nas Diretas Já para presidente, Milton Gonçalves viajou Brasil afora como locutor oficial do projeto do então jovem deputado Dante de Oliveira, que exigiu eleições imediatas para presidente e elas foram restabelecidas.

Na posse de Joaquim Barbosa no Supremo: Regina Casé; logo atrás, o ator Milton Gonçalves e logo atrás do Milton, este repórter, jornalista Walter Brito; pré-candidato a vereador na cidade do Rio. 

O guerreiro Milton Gonçalves, que apelidou este repórter, pré-candidato a vereador, como fuçador, ocasião em que lancei no Teatro Nacional em Brasília, com a presença de mil pessoas, o livro Memórias de Uma Família Negra Brasileira. O termo fuçador saiu na hora do vibrante discurso de Gonçalves, o que emocionou os meus sete irmãos e meus pais, Vespa e Deija, presentes no ato.
Fuçador, no dicionário do futebol, é aquele que ataca com insistência, aproveitando qualquer brecha do adversário.
A saudosa Wangari Mattai, Prêmio Nobel da Paz, no lançamento do livro: Memórias de uma família negra brasileira em Salvador. O autor da obra é o jornalista Walter Brito, na foto com Wangari. A capa do livro é de Siron Franco, o prefácio do poeta Antonio Victor e  a apresentação, do ex-presidente do Brasil, José Sarney. Walter Brito é pré-candidato a vereador na cidade do Rio de Janeiro.

Embora alquebrado e ainda se restabelecendo do AVC que sofreu, Milton tem consciência de que de 2006 para cá, ano do lançamento de meu livro, conseguimos encontrar uma brecha do adversário, com a ajuda do maior marqueteiro em atividade no país, Jorcelino Braga, que elegeu Iris Rezende com 84 anos prefeito de Goiânia; elegeu Kajuru senador e derrotou o popular governador Maguito Vilela, por meio da candidatura do médico do interior goiano, Alcides Rodrigues, hoje deputado federal pelo Patriota. Questionado pela reportagem, sobre o projeto para eleger Coutinho, Braga disse: "Se o meu amigo Carlos Lupi, presidente do PDT, topar, Coutinho estará no segundo turno. Vale lembrar que Brizola Vive.

Brizola elegeu Abdias do Nascimento para a Câmara Federal e para o Senado

O gaúcho que obteve 1/3 dos votos do povo do Estado da Guanabara em 1962 para deputado federal e se elegeu duas vezes no Rio para governador, não brincava e dizia que política é coisa séria e de profissional. Por isso ele fez o seu próprio resgate da comunidade negra brasileira, ao eleger pelo PDT Alceu Collares para governador do Rio Grande do Sul, Albuíno Azeredo para governador do Espírito Santo, Caó para deputado federal, Abdias do Nascimento para senador, Agnaldo Timóteo para deputado federal e José Miguel para deputado estadual. Certamente, o gaúcho que não usava telepronter e falava de improviso, não estava brincando.

Caó e o Coronel Cerqueira foram secretários do Brizola. Alceu Colares e Albuíno Azeredo, foram eleitos por Brizola, no Rio Grande do Sul e Espírito Santo.

E mais, ele nomeou para o seu secretariado, no Rio, os afrodescendentes: Coronel Cerqueira, Edialeda Nascimento, Carlos Alberto de Oliveira - Caó, Abdias do Nascimento, e depois José Miguel para presidente de uma importante fundação no Rio.
Como a marca do Braga é falar em cases de sucesso, para ele Coutinho é um grande case, e assim se expressa: “Por isso, Jorge Coutinho é o melhor case da política nacional e quero elegê-lo prefeito da Cidade Maravilhosa", concluiu Jorcelino Braga, que chega ao Rio na próxima semana para travar uma batalha política que promete ser vitoriosa, ainda que em meio a uma guerra aberta contra o vilão de todos, o coronavírus!

Lupi tem compromisso com a carta programática do PDT elaborada por Brizola. Entre os temas mais relevantes: Educação e o apoio efetivo ao povo negro



segunda-feira, 16 de março de 2020

A REVISTA O PARLAMENTO DE BRASÍLIA FECHA PARCERIA COM O INSTITUTO DE PESQUISAS E ASSESSORIA RIO DE JANEIRO

Por: Walter Brito

      O jornalista Walter Brito, pré-candidato a vereador no Rio de Janeiro, fechou parceria nesta manhã de segunda-feira, 16/3,  entre a Revista o Parlamento, dirigida há 23 anos pelo jornalista e o Instituto de Pesquisas e Assessoria de Comunicação Rio de Janeiro, de propriedade de Alexandro Borges César. Os dois grupos de Comunicação se unem para assessorar as pré-candidaturas do ator Jorge Coutinho para a prefeitura do Rio, bem como a pré-candidatura do jornalista Walter Brito para o parlamento municipal do Rio de Janeiro. A parceria das duas empresas atenderá  também os demais pré-candidatos a vereadores que apoiam Jorge Coutinho. Outro departamento da empresa, sob a coordenação de Alexandre Magalhães Acioli Lins, atenderá pré-candidaturas de diversos municípios do Estado do Rio de Janeiro. Vale ressaltar que a parceria da empresa brasiliense com a empresa carioca se deu por meio dos holofotes e a responsabilidade jurídica do jurista Hebert Borges César, proprietário da Oryent Soluções Financeiras.


O CALL CENTER DAS PRÉ- CANDIDATURAS DO ATOR JORGE COUTINHO E DO JORNALISTA WALTER BRITO, RESPETIVAMENTE PARA PREFEITO E VEREADOR DO RIO DE JANEIRO



 A afrodescendência na busca do poder: Ator Jorge Coutinho, pré-candidato a prefeito e o Jornalista Walter Brito, pré-candidato a vereador