sexta-feira, 22 de junho de 2018

O SEPULTAMENTO DE DONA DEIJA SERÁ AMANHÃ ÀS 10 HORAS EM FORMOSA - GO



Deijanira Carvalho de Brito está nos braços do Senhor. Ela gostava tanto da vida que lutou com todas as forças até o amanhecer de hoje, quando faleceu. A mãe de Creusa, Walter, Vanderley, Wagner, Vespasiano Filho, Valquíria, Valdo e Waldir; deixa a vida para entrar na história, quando fica em seu legado para a família Gualberto: lutas. conquistas, vitórias e muita dignidade. Vá com Deus minha querida mãe, pois nos encontraremos com a senhora e o nosso Vespa na eternidade! O sepultamento ocorrerá amanhã, sábado, 23 de junho, às 10 horas, no Cemitério da Praça da Concórdia - Formosa - Goiás.

domingo, 17 de junho de 2018

Mulheres disputarão cargos majoritários em todas as vias no DF

Eliana luta para ser a primeira governadora eleita de Brasília




Maria Abadia potencializa Rollemberg como vice

Por Walter Brito

     A capital brasileira promete ser o palco de sucesso das mulheres nas eleições de outubro. A cidade-estado tem a segunda população feminina do país com 54,1%, contra 54,26% do Rio de Janeiro. Vale ressaltar que 61,6% dos funcionários públicos ativos no Executivo, pertencem ao sexo feminino, enquanto que 38,4% são do sexo masculino. Isto se deve, principalmente, pelo grande número de professoras em todo o Distrito Federal. Apesar disso, as mulheres na política ainda estão aquém de suas representatividades. Na Câmara Legislativa, dos 24 parlamentares, 19 são homens e apenas seis são mulheres, o que representa um percentual de 20%.
     À medida em que mais importante se apresenta o cargo, diminui efetivamente o número de mulheres. A bancada da Câmara Federal de Brasília tem oito parlamentares e apenas Érika Kokay, do PT, representa o sexo feminino, ou seja, 12,5%. Já no Senado da República, a bancada de Brasília sempre foi formada por homens. Da mesma forma, nenhuma mulher se elegeu para o Palácio do Buriti, apesar de Maria de Lourdes Abadia ter assumido o governo por nove meses, quando foi vice de Joaquim Roriz.
     Com o advento da internet e das redes sociais, mudanças profundas ocorreram no mundo, exigidas pela nova ordem mundial, que certamente permitiram o avanço da mulher em todos os setores da administração pública e privada. Em Brasília e no Brasil, a participação da mulher em cargos estratégicos é impulsionada pela crise política e econômica e, principalmente, pela Operação Lava Jato, em que a maioria, quase absoluta, de condenados e presos é de homens! Neste sentido, pesquisas recentes realizadas em todo o DF mostram de forma clara que a mulher sabe o que quer e para onde Brasília deve ir; bem como qual será o lugar que a mulher ocupará a partir de agora.
     Os quatro principais grupos que brigam pelo poder na capital brasileira já se posicionaram, e cinco mulheres se apresentaram para a disputa de cargos majoritários na eleição que ocorrerá no dia 7 de outubro. São pré-candidatas: Eliana Pedrosa (PROS). Ela disputará o Palácio do Buriti; Leila do Vôlei deverá disputar uma vaga para o Senado (PSB); Leany Lemos, também é pré-candidata ao Senado pelo PSB. Além disso, Maria de Lourdes Abadia, do mesmo partido de Leany e Leila, é pré-candidata a vice-governadora na chapa de Rodrigo Rollemberg (PSB). Natália Mazzoli poderá disputar vaga no Senado pelo Podemos.

Eliana governadora

Eliana Pedrosa disputará o Buriti

     Eliana Pedrosa, empresária bem-sucedida na área de prestação de serviços, foi deputada distrital atuante, quando exerceu três mandatos. Ela foi também secretária de Serviços Sociais do governo Roriz, quando mostrou muita competência como gestora. Eliana conta com total apoio da família Roriz na disputa pelo governo de Brasília e já aparece como a segunda colocada em quase todas as pesquisas, perdendo apenas para o pré-candidato do PR, o ex-deputado federal e ex-secretário de Saúde do DF, Jofran Frejat.
     Analistas políticos são categóricos em afirmar que Eliana e Frejat podem disputar o segundo turno, apesar de pertencerem ao mesmo campo ideológico. Neste sentido, parte significativa do eleitorado brasiliense sugere nas pesquisas qualitativas um perfil de candidato que nunca tenha sido político, mas que tenha serviços prestados e capacidade de gestão. Nesta seara, apresenta-se o empresário Wanderley Tavares (PRB), presidente licenciado de uma multinacional israelense. Na mesma via, já se apresentaram como pré-candidatos o deputado federal Izalci Lucas (PSDB) e Alírio Neto do PTB.

Weslian Roriz no Senado

Esposa de Roriz poderá disputar o Senado

     As mulheres querem mais. Dona Weslian Roriz (PMN), que disputou o segundo turno para o governo do DF contra Agnelo Queiroz (PT) em 2010, pontua em diversas pesquisas como uma das mais fortes candidatas ao Senado. Devido ao problema de saúde do ex-governador Joaquim Roriz, seu esposo, não se sabe se ela disputará efetivamente o pleito. Apesar desta posição, o apelo da população fala alto nos quatro cantos de Brasília. Por outro lado, marqueteiros que orientam o clã Roriz incentivam a ex-primeira-dama a ser candidata e herdar o legado da trajetória vitoriosa de Joaquim Domingos Roriz na política.

Gestora Leany Lemos almeja ser senadora

Leany Lemos (PSB)

     A servidora de carreira do Senado, Leany Lemos, ex-secretária de Planejamento do governador Rodrigo Rollemberg (PSB), é outro nome importante que pretende representar a mulher brasiliense no Senado. Filiada ao PSB, Leany aparece de forma muito tímida nas pesquisas de intenção de votos. Ainda assim, o seu trabalho no serviço público e sua trajetória como gestora credenciam a psbista a pleitear o cargo. Segundo correligionários da pré-candidata, caso ela seja eleita, orgulhará sobremaneira a mulher brasiliense, pela sua competência, seu currículo de mestre em Ciência Política e doutora em estudos corporativos das Américas pela Universidade de Brasília. Dona de palavra fácil e altamente técnica, colaboradores mais chegados do chefe do Palácio do Buriti acreditam em sua ascensão a partir do mês de julho.

A campeã brasileira Leila do Vôlei

Rollemberg que Leila no Senado

     A ex-atleta Leila Barros, tal qual dona Weslian, desponta nas pesquisas de opinião para o Senado de forma muito forte e crescimento constante. O desejo da campeã mundial em Atenas é disputar uma vaga para Câmara Legislativa do Distrito Federal. Segundo conhecedores da política candanga, a ex-atleta tem eleição praticamente garantida. O governador Rodrigo Rollemberg e seus estrategistas acreditam que Leila do Vôlei seja peça-chave para ajudar a levar o psbista para o segundo turno. A primeira-dama do DF, D. Márcia Rollemberg, bota fé no sucesso da campeã brasileira. Por tudo isso, Leila deverá, sim, disputar uma vaga para o Senado da República.

A ex-governadora Maria Abadia

Abadia poderá ser vice de Rollemberg

     Maria de Lourdes Abadia, ex-tucana e agora no PSB, desponta como um dos nomes mais citados para a Câmara Federal. Entretanto, no afã de disputar com sucesso o governo e se reeleger, Rodrigo Rollemberg e seus marqueteiros, orientados por pesquisas qualitativas, pensam em arriscar uma chapa puro-sangue, composta por nomes do PSB, em que Maria Abadia será a vice-governadora, enquanto que Leila do Vôlei e Leany Lemos, candidatas ao Senado. No momento em que a mulher no poder representa um desejo de parte significativa do eleitorado brasiliense, a estratégia dos pensadores do Palácio do Buriti pode dar certo. Rollemberg tem rejeição altíssima. Acreditam os cabeças coroadas do Buriti na reversão da rejeição de Rollemberg por meio da voz feminina nas ruas e nos palanques, disputando cargos majoritários.

Marqueteiro internacional na campanha de Mazzoli

Natália Mazzoli e Victor Bassuk

     O famoso cineasta argentino Víctor Bassuk, que carrega no currículo filmes que retrataram a vida de Juan Domingo Perón e da mãe dos pobres na Argentina, Evita Peron, é amigo de longa data da pré-candidata do Podemos, Natália Mazzoli. Víctor ajudou a eleger diversos presidentes daquele país latino-americano e participou como protagonista, por 22 anos, do Festival de Cannes. O seu projeto em curso é um filme sobre a trajetória do papa Francisco. Esta personalidade internacional desembarcará brevemente em Brasília, com objetivo de potencializar a pré-candidatura de Natália Mazzoli pelo Podemos. Natália é gestora da Saúde Pública no Distrito Federal há 26 anos, quando construiu sua história ajudando a salvar vidas no Hospital da Asa Norte - HRAN. A pré-candidata do Podemos se destacou naquela instituição de saúde em diversas áreas, tais como Assessoria para a implantação no Brasil do primeiro ambulatório interdisciplinar de atendimento à pessoa com Síndrome de Down. Ela foi assessora da coordenação central da SES-DF, quando treinou diversas equipes, ocasião em que o HRAN conquistou o título de Hospital Amigo da Criança. Neste sentido, Natália foi fundamental no cumprimento dos 10 passos para o sucesso do aleitamento materno, conforme preconiza o Ministério da Saúde. Além disso, Natália Mazzoli participou efetivamente, no HRAN, da implantação do ambulatório de pacientes com fissuras labiopalatais. A gestora Natália contribuiu também com a instalação do ambulatório de atendimento ao idoso: geriatria e gerontologia. Estudiosa das questões da saúde pública, Natália se especializou em gestão hospitalar, quando fez diversos cursos na área, além de sua formação em Direito. Com este currículo é que Natália Mazzoli se apresenta como pré-candidata ao Senado pelo partido que pretende eleger o senador Álvaro Dias para presidente da República.
     Como se vê, as mulheres de Brasília terão representantes com muita história e preparadas para a disputa, que sempre foi protagonizada pelo sexo masculino. No caso da disputa para o Senado em Brasília, em nossa primeira eleição em 1986, os eleitores optaram pelo advogado Maurício Corrêa, da linha progressista; o radialista Meira Filho, da linha conservadora e o jornalista Pompeu de Sousa, de centro. Em seguida foram eleitos, Valmir Campelo de centro-direita e Lauro Campos, um esquerdista convicto. A partir daí, prevaleceu o vermelho contra o azul ou seja, esquerda contra direita. Nesta seara, o costume foi eleger um senador da situação e outro da oposição. Na eleição de 2010, Cristovam ajudou a eleger Rodrigo Rollemberg, ambos, à época, do mesmo campo ideológico. Prevaleceu o discurso da ética e da ficha limpa.

     Na eleição que se aproxima, segundo as pesquisas qualitativas, os valores serão outros, ou seja, serviços prestados, renovação, gestão, honestidade e a bandeira feminina. Portanto, o voto da mulher será decisivo. Acreditamos que desta vez na disputa em Brasília para o Senado, pela primeira vez elegeremos uma mulher e um homem, como nossos representantes naquela Casa.

sábado, 2 de junho de 2018

Natália Mazzoli convida pré-candidatos ao Senado para o debate!


Natália Mazzoli


Por: Walter Brito

              O empoderamento da mulher promete falar alto nas eleições de Brasília. A funcionária pública Natália Mazzoli, pré-candidata ao Senado da República pelo Podemos, é uma entusiasta da participação efetiva da mulher em todos os setores da vida pública e privada. Neste sentido, ela pretende defender na sua campanha para o Senado, 50% de vagas para a mulher disputar cargos eletivos em todos os níveis no país.
             Formada em Direito e gestora hospitalar, a pré-candidata trabalha há 26 anos no Hospital da Asa Norte (HRAN). Conhecedora profunda da saúde pública em Brasília e no Brasil; aliás, é amiga e aluna do argentino Alberto Anderson, um dos criadores do Sistema Único de Saúde-SUS. É com esse currículo e entusiasmo que a pré-candidata escolhida por Álvaro Dias, para disputar uma cadeira de senadora em Brasília, concedeu entrevista exclusiva para o jornal Diário da Manhã, quando mostrou de forma clara o desejo de debater os problemas de Brasília, com os demais pré-candidatos ao Senado. Veja a íntegra da entrevista.
              Questionada sobre o momento difícil pelo qual passa o Brasil, Natália Mazzoli disse de forma categórica: “Estou de acordo com o senador Álvaro Dias, quando ele afirmou que temos que refundar a República, e uma de suas propostas é acabar com o foro privilegiado que protege criminosos engravatados. Estes têm que pagar na cadeia pelos seus erros cometidos. Além disso, o país não aguenta mais tantos desmandos. A greve dos caminhoneiros é apenas um alerta para os nossos governantes que precisam colocar suas barbas de molho. A maioria dos 220 milhões de brasileiros não permite mais ser sacrificada por uma elite dominante que comanda o país desde os seus primórdios. E mais, o trabalhador brasileiro que leva o país nas costas, trabalha a vida inteira, e muitos, até 18 horas por dia. Ainda assim, não conseguem sequer pagar suas contas em dia. O nosso povo, que é honrado e trabalhador, depois de muito sofrimento, agora está tendo a coragem de ir para as ruas e dar um basta nisso tudo! Juntos podemos”, arrematou Mazzoli.

Natália e o senador Álvaro Dias

             Perguntamos à pré-candidata do Podemos, se ela tem consciência do valor que é gasto em uma eleição para senador, e nos referimos a casos no país em que candidatos gastam mais de 20 milhões para a busca de uma vaga no Senado. Ela não pensou duas vezes e foi direto ao ponto: “Quem gasta uma fortuna dessas para representar o nosso país não pode estar bem-intencionado, pois o salário de senador é de 33,7 mil por mês. Estou ouvindo todos os segmentos da sociedade em Brasília e percebo que, nesta eleição, os políticos tradicionais não terão vez e nem votos. O povo vai votar na honradez e na ética, nos projetos para o país e principalmente em quem nunca foi político e tem serviços prestados. Por isso, eu me coloco e entro pra valer na disputa. Nasci em Minas Gerais e vim para Brasília aos 15 anos. Tenho 26 anos de trabalho no serviço público, onde ajudei a salvar muitas vidas. Dei e continuo a dar minha contribuição ao povo de Brasília na área da saúde. Amo esta cidade e levei cinco anos para elaborar um projeto que, certamente, vai ajudar a melhorar a saúde pública na capital brasileira. Não sou política, sou gestora e gosto de gente. Por isso estou pronta para apresentar aos brasilienses um projeto diferente e digno. Para isso eu não vou precisar de dinheiro farto e farei minha campanha na forma da lei”, disse.
               Sobre as vaquinhas que vão abastecer as campanhas de candidatos nesta eleição, Natália Mazzoli afirmou: “É uma forma democrática de viabilizar uma campanha. Eu concordo e vou participar. Vale lembrar que Barack Obama se tornou presidente dos Estados Unidos da América com ajuda de 1 dólar oferecido por milhares de norte-americanos. Quem tiver a simpatia da população vai receber a contribuição financeira e o voto nas urnas”, arrematou Natália.
No que diz respeito à defesa da mulher em sua campanha, Natália Mazzoli respondeu de forma contundente: “A mulher vai avançar muito a partir desta eleição. Vamos exigir 50% das cotas para as mulheres se candidatarem Brasil afora para vereadora, deputada estadual, deputada federal, senadora, governadora e presidente da República. A mulher, com sua sensibilidade, certamente vai ajudar a administrar melhor o nosso país. Para isso temos que sair da insignificância de 14% de representação no Senado e 10% na Câmara Federal, para um percentual significativo e à altura de nossa representatividade. Somos nós que ajudamos a decidir as eleições, por isso temos que participar efetivamente de todos os poderes na vida pública e privada. Vamos lutar firmemente no combate à violência contra a mulher. A Lei Maria da Penha representa um marco importante, mas nós temos que fazer valer leis mais fortes e contundentes, que coíbam de fato e de direito esse tipo de violência que campeia solta em todos os rincões da nação brasileira. Os salários da mulher precisam ser equiparados ao salário do homem na mesma função, entre outras reinvindicações”, disparou a pré-candidata ao Senado.
Quando o assunto da sucessão presidencial foi colocado, Mazzoli brilhou os olhos, consertou a garganta e mostrou sua posição: “Álvaro Dias foi referência para o juiz Sérgio Moro em sua adolescência. Hoje Moro dá exemplo para o mundo no que diz respeito ao combate efetivo da corrupção, quando colocou poderosos na cadeia. A nossa sociedade precisa de referências positivas e de pessoas que exerçam funções de comando no país, que não roubam e não deixam roubar. Precisamos de gestores competentes e que tenham responsabilidade com o dinheiro público e sensibilidade para cuidar de nosso povo. Álvaro Dias fez tudo isso com maestria no Estado do Paraná, quando foi governador. Saiu do governo com quase 80% de aprovação e não tem nenhuma mancha em mais de 40 anos de vida pública. Ele é, sem dúvidas, o melhor nome para administrar o nosso país e tirá-lo do caos em que se encontra”, explicou Mazzoli.
Perguntamos no final da entrevista, qual deverá ser a sua principal estratégia de campanha para se eleger senadora. Natália Mazzoli não tergiversou e foi rápida na resposta: “O povo de Brasília merece respeito! Por isso, a nossa população precisa saber ipsis litteris, quais serão as nossas intenções de pré-candidatos hoje e brevemente candidatos aos cargos que comandarão a nação nos próximos quatro anos. Por esta razão, a minha arma será, sem dúvidas, o debate! O debate engradece qualquer projeto. Vou debater com todos os segmentos de nossa população durante os 45 dias de campanha. Aproveito a oportunidade da reportagem para convidar os meus pares que disputarão o Senado, para grandes debates públicos no rádio, na televisão, nas redes sociais e, inclusive, no palanque! Quero propor de antemão um grande palanque suprapartidário onde estejam todos os candidatos ao Senado para a realização de debates sobre Brasília, sobre a saúde pública, referente às leis que ajudarão a colocar Brasília e o país nos eixos; no que diz respeito a educação de qualidade para todos, segurança pública, entre outros. Será nesse palanque democrático que seremos escolhidos pelo povo de Brasília, proponho! Espero ser a primeira mulher eleita senadora pela capital de todos os brasileiros”, finalizou Natália Mazzoli.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

ENTREVISTA EXCLUSIVA Descendente do ex-presidente e marechal Castelo Branco se une com descendente da monarquia para apoiar Bolsonaro

O príncipe Luiz Philippe de Orléans e Bragança e o Capitão Oscar Castelo Branco de Luca



Por Walter Brito

          Os desmandos ocorridos no Brasil nos últimos anos e mostrados de forma clara pela Operação Lava-jato certamente produziram a liderança de Jair Bolsonaro (PSL), o primeiro nas pesquisas para presidente da República. Com o efeito Bolsonaro, a caserna se coloca de prontidão e apresenta militares de variadas patentes para a disputa de cargos no Legislativo e no Executivo, de forma nunca vista em nosso país.  
O projeto do deputado Jair Bolsonaro e sua tropa é fazer com que os militares assumam novamente o poder por meio do processo democrático. De acordo com alguns cientistas políticos de plantão, o ex-presidente da Suprema Corte Joaquim Barbosa seria o único nome capaz de deter o avanço de Bolsonaro rumo ao Palácio do Planalto. Após anunciar sua desistência, Barbosa afirmou que vê três riscos no Brasil: Bolsonaro, Temer e o golpe militar. Bolsonaro estava preocupado com os 10 pontos na pesquisa do ex-ministro, assim que se filiou ao PSB; com a declaração de Barbosa, de não se candidatar, Bolsonaro disse que os votos do homem de Paracatu migrarão para ele! Vale lembrar, ainda, que muitos conhecedores da política nacional acreditam na volta de Joaquim Barbosa ao cenário político, ainda nesta eleição, quando poderá repetir o feito de Getúlio Vargas. Deposto em 1945 após forte pressão até mesmo de seus aliados de governo, Vargas voltou ao cenário político brasileiro cinco anos depois, nas eleições para o Executivo nacional. Foi uma volta nos braços do povo, quando governou o Brasil em dois mandatos por 19 anos. Barbosa poderá fazer o mesmo, antes das convenções e, disputar o Planalto no dia 7 de outubro!

Oscar Castelo Branco ao lado de Jair Bolsonaro


Conjecturas à parte, o projeto de Bolsonaro segue a todo vapor. A reportagem do Diário da Manhã entrevistou com exclusividade o capitão reformado do Exército Oscar Castelo Branco, sobrinho-neto do Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, primeiro presidente do governo militar. O marechal administrou o país entre 15 de abril de 1964 e 15 de março de 1967.
O capitão Castelo Branco, considerado na caserna um dos homens mais preparados intelectualmente, entre os militares reformados, falou com desenvoltura sobre o convite feito por Bolsonaro para que ele se candidatasse a deputado estadual por São Paulo pelo PSL. O descendente do ex-presidente Castelo Branco é formado pela Academia Militar das Agulhas Negras, além de ter sido um dos destaques da aviação do Exército, onde ficou por mais de 10 anos como piloto de combate e foi um dos pioneiros da implantação da aviação militar no Exército Brasileiro. O militar reformado falou da dobradinha que fará na eleição de outubro com o príncipLuiz Philippe de Orleans e Bragança, que disputará mandato para deputado federal em São Paulo pelo PSL. Outra dobradinha do capitão Castelo Branco se dará com o general da reserva do Exército Sebastião Roberto Peternelli Júnior.

Comandante do Exército, General de Exército Villas Bôas e o Capitão Castelo Branco


Entrevistado pela reportagem sobre sua origem militar, o capitão comentou com orgulho: “Tenho honra de minha origem militar e pertenço à família Castelo Branco. Tenho quatro irmãos e meu avô era irmão do marechal Castelo Branco. Vale lembrar que meu avô veio muito cedo para São Paulo e construiu carreira profissional como fiscal de impostos de renda, enquanto que o seu irmão seguiu a carreira militar e tornou-se presidente da República em 1964”, disse.
Referente a Bolsonaro, Oscar Castelo Branco de Luca afirmou: “O Bolsonaro foi meu contemporâneo. Inclusive, quando eu estava entrando no Exército ele já estava de saída. Depois disso nos reencontramos na Escola de Educação Física do Exército na Comissão de Desporto, quando fui atleta de natação e depois atuei na brigada de paraquedistas, oportunidade em que novamente encontrei Bolsonaro. Portanto, acompanhei de perto a carreira do nosso presidenciável no Exército. Estou orgulhoso de ter sido convidado por ele para me candidatar a deputado estadual por São Paulo”, arrematou.

Capitão Castelo Branco na disputa de mandato para deputado estadual em São Paulo


Quanto à possibilidade da volta dos militares ao poder, por meio do processo democrático, o capitão se entusiasmou e de forma eloquente e até emocionada explicou: “Eu vejo com bons olhos a possibilidade de os militares ocuparem postos de comando em nosso país no Legislativo e no Executivo, especialmente o Palácio do Planalto, pleito em que Jair Messias Bolsonaro lidera as pesquisas nos quatro cantos da nação brasileira. Neste momento crucial da história do Brasil, esse chamado público pelas forças armadas é um sinal do reconhecimento de nossa competência, organização, método, disciplina, transparência, prestação de contas e pela probidade administrativa. Vale ressaltar que as gestões militares são sempre pautadas pela legalidade, legitimidade e competência. O povo sabe disso e hoje apoia militares para cargos públicos democraticamente e por meio do voto. Isso ocorre nos 27 estados da Federação. Acredito firmemente na vitória de Bolsonaro e na mudança para melhor de nosso país sob o comando de meu companheiro de farda e amigo Jair Bolsonaro”, concluiu.
Quanto à dobradinha com o príncipe Luiz Phellipe, o capitão-aviador do Exército afirmou: “Trata-se de uma liderança tradicional e um profissional extremamente competente que agrega valores ao nosso partido, o PSL. Trabalharei nesta campanha ao lado do príncipe Luiz Phellipe em determinados segmentos de nossa sociedade. Na área militar e outros segmentos, pedirei votos ao lado do general Pertenelli, que é uma pessoa de muito valor e está preparado para ajudar Bolsonaro no Congresso Nacional”, disse.
Ao final o capitão Castelo Branco avaliou de forma mais efetiva a campanha em que Bolsonaro cresce e tem possibilidades de ir para o 2° turno e vencer o pleito. Ele explicou: “Eu analiso o crescimento constante de Bolsonaro como fruto de sua transparência, competência e sua história política. O acompanho desde a juventude e afirmo com todas as letras que sua vida foi pautada pela coerência e os valores por meio dos quais construiu sua vida. Desejo sucesso a ele e acredito firmemente na sua vitória, pois o Brasil precisa agora de uma liderança com seu perfil”, finalizou.

sábado, 12 de maio de 2018

Criminalista renomado lutará por vaga na Câmara Federal

Dr. Leandro Nardy apoia Izalci para o governo do DF


Por Walter Brito

          O Tribunal do Júri é protagonizado pela atuação de muitos advogados que construíram histórias na defesa e também na acusação de pessoas envolvidas no mundo do crime. Fundamentados na premissa de que todo cidadão tem direito à defesa, independentemente do crime que porventura tenha cometido, neste sentido existem também inocentes que são envolvidos em determinadas tramas criminosas e pagam injustamente por crimes que não cometeram.
          Por isso, o número significativo de advogados que se aperfeiçoam neste ramo do direito e são referências para as novas gerações, tais como: Márcio Thomaz Bastos, Pierpaolo Cruz Bottini, Antonio Carlos de Almeida Castro, Sérgio Bermudes, Pedro Calmon, Safe Carneiro entre outros. Além desses, no passado, vale relembrar os seguintes nomes: Evandro Lins e Silva, Basileu Garcia, Nilson Curado e outros. O saudoso Nilson Bernardes Curado foi, sem dúvidas, um dos melhores de Brasília e tornou-se conhecido nacionalmente em sua atuação no Tribunal do Júri. Faz parte da nova geração de advogados especializados nesta área, o dr. Leandro Nardy, com escritório estabelecido no DF há seis anos.

Leandro Nardy e sua esposa, a delegada Franciene Procópio Nardy

          Casado com a conhecida delegada de Polícia Civil, dra. Franciane Procópio Nardy, o dr. Leandro já atuou em 66 júris e absolveu a maioria de seus clientes. Parceiro do jurista Welligton Freitas, o dr. Leandro nos recebeu no seu elegante escritório para falar de sua luta árdua e diária no mundo da advocacia criminal e também do seu projeto rumo ao Congresso Nacional, quando disputará uma vaga na Câmara Federal pelo PSDB de Brasília. O Advogado disse: “Apesar de ter feito a prova da OAB na opção do direito civil, na prática me apaixonei pelo direito penal e fiz especialidade na atuação do Tribunal do Júri. Lá na Tribuna do Júri me sinto à vontade para defender o cidadão, pois todos têm o direito de defesa. Faço meu trabalho com muita dedicação, onde a sensibilidade é fundamental. Trata-se de uma área muito melindrosa, onde muitas vezes o acusado tem seu direito negado injustamente, e a lei precisa funcionar de forma efetiva e igual para o pobre e para o rico. Já defendi dezenas de clientes oriundos da classe menos favorecida, que com muita dificuldade, por meio de suas famílias, nos contrataram. A uma boa parte, conseguimos impedir que passasse o resto de suas vidas na prisão. Absolvemos a maioria em nossa atuação no Tribunal do Júri durante seis anos de trabalho. Nesta seara vale lembrar o pensador Mark Twain: “O bom julgamento vem da experiência. E de onde vem a experiência? A experiência vem do mau julgamento.
          Questionado sobre a Operação Lava-jato, o jovem jurista brasiliense afirmou: "Eu fico muito feliz ao ver um jovem juiz como o Sérgio Moro no comando da maior operação de lavagem de dinheiro e corrupção em nosso país. A Lava-jato muda de forma muito forte, e para melhor, o curso de nossa história. Em 518 anos de existência, o jeitinho brasileiro de levar vantagem em tudo permitiu que a corrupção se institucionalizasse. Felizmente apareceram jovens como Moro e Deltan Dallagnol, que estão dando um basta na corrupção e servindo de exemplo para diversos países onde o desmando e o crime organizado imperam e ditam as regras. Moro e sua turma estão fazendo o dever de casa e limpando o nosso país, que é próspero, e na maioria constituído de trabalhadores. São bilhões de reais desviados, enquanto a saúde pública está na UTI; a segurança pública tornou-se decadente e o índice de desemprego aumenta a cada dia. Além disso, a educação passa por dificuldades enormes, e o número de repetências nas escolas de Ensinos Fundamental e Médio representa um dos maiores retrocessos na história da educação em nosso país. Tudo isso é consequência da corrupção, dos desmandos e da má gestão pública”, arrematou.

O criminalista Leandro na busca de mandato como deputado federal pelo PSDB

          Referente ao seu projeto político, Leandro Nardy afirmou: “Sou filiado ao PSDB de pessoas honradas, como o saudoso governador de São Paulo Mário Covas; o nosso querido ex-presidente Fernando Henrique Cardoso; o ex-governador de São Paulo Geraldo Alkmin, e meu líder em Brasília, Izalci Lucas. A pedido de amigos, de clientes, do deputado Izalci, que é meu candidato ao Governo de Brasília, eu resolvi colocar o meu nome ao dispor da cidade que me acolhe há doze anos. Não sou político, mas estou preparado para ajudar a elaborar leis que livrem o país da corrupção e promova desenvolvimento sustentável. Estou ao lado de Izalci que será, se Deus quiser, o próximo governador de Brasília”, concluiu.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Márcio Cândido poderá ser o vice de Zé Eliton



Por Walter Brito

          A pré-candidatura do governador de Goiás José Eliton começa a reagir em todos os rincões de Goiás e de forma forte no nordeste goiano e Entorno de Brasília, segundo dados já coletados de uma pesquisa do Instituto Phoenix, cujo resultado final será publicado com exclusividade no Diário da Manhã. Com a reação da candidatura tucana, cresce também a disputa para vice do psdbista.
          Estão no páreo os seguintes personagens: o ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Goiás Tião Caroço (PSDB), a deputada Lêda Borges (PSDB) e o prefeito de Águas Lindas, Hildo do Candango (PTB). Estão também na disputa os nomes dos anapolinos: o ex-prefeito Adhemar Santillo (PSDB), a ex-deputada Onaide Santillo (PSDB) e o atual vice-prefeito de Anápolis, Márcio Cândido (PSD).
          Apesar da importância dos possíveis vices da Região Metropolitana de Brasília, cujos pleitos já foram amplamente divulgados pela mídia, vale lembrar que o governador tucano é da cidade de Posse, localizada no nordeste goiano. Além disso, Zé Eliton tem forte relação com o Entorno de Brasília. Nas duas regiões o tucano está em pleno crescimento.



Por outro lado, a cidade de Anápolis tem 265 mil eleitores e sempre decidiu as eleições das quais o governador Marconi Perillo (PSDB) participou. Neste sentido, a Manchester goiana tem tudo para indicar o vice. Apesar da importância da família Santillo no processo político do estado, e Adhemar e a esposa Onaide Santillo se posicionarem como opção para o crescimento da candidatura tucana, o grupo liderado pelo prefeito de Anápolis, Roberto Naves (PTB), prefere o pastor da Assembleia de Deus e radialista Márcio Cândido da Silva (PSD).
Márcio é homem de convicções firmes e líder nato em dois segmentos importantes: o segmento evangélico e o mundo da comunicação. Vale lembrar que Anápolis se destaca entre as cidades mais evangélicas do Brasil. Como pastor da Assembleia de Deus, certamente ele tem possibilidades de unir a maioria das igrejas de Anápolis e do estado em torno da candidatura de Zé Eliton para o Palácio das Esmeraldas. Como radialista de proa, Márcio é muito bem relacionado com jornalistas, radialistas, apresentadores de televisão e blogueiros da maioria dos 246 municípios de Goiás. Segundo o grupo do prefeito Roberto do Órion, Márcio é discreto e bem ao estilo de Marco Maciel, que foi vice-presidente da República, quando Fernando Henrique Cardoso era o presidente. Além disso, segundo pesquisas, Márcio é considerado o vice mais afinado com o seu prefeito, entre os municípios goianos.
Como se vê, a disputa para ser vice do governador José Eliton faz a pré-candidatura tucana crescer nas pesquisas, como também aumenta as possibilidades de composições. Comenta-se nos bastidores da política goiana uma possível debandada de líderes do MDB para o ninho tucano, em diversos municípios estratégicos do estado.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Alckmin conhece a bandeira de educação de Cristovam Buarque

Cristovam mostra a sua bandeira - Educação é progresso


(Fotografias - Roni Souza)

Por Walter Brito

O agora ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) esteve em Brasília ontem, 25 de abril, quando visitou o senador Cristovam Buarque (PPS) e conheceu a bandeira brasileira com a seguinte frase: “Educação é progresso”. O presidenciável Geraldo Alckmin, que de acordo com o Instituto de Pesquisa Phoenix pontua com 5,39% de intensão de votos e em quinto lugar, não fez uma visita à toa. O senador Cristovam, primeiro colocado para a reeleição no Distrito Federal, cujo percentual de intensão de votos varia entre 13% e 17%, certamente seria um apoio fundamental para Alckmin decolar. Talvez por isso, Alckmin posou para a fotografia ao lado do defensor inconteste da educação em nosso país, de forma tão descontraída!

Cristovam recebe Alckmin na Comissão de Educação do Senado

            Vale ressaltar que, a priori, Cristovam também é pré-candidato ao Palácio do Planalto, entretanto o seu partido, o PPS, sob o comando do coestaduano de Cristovam, Roberto Freire, prefere apoiar o governador de São Paulo, que não mostrou ainda carisma suficiente para levantar voo. Como homem de fino trato e educação mais que refinada, o senador brasiliense fez as honras da casa e estendeu tapete vermelho para o ex-governador de São Paulo percorrer os corredores do Congresso Nacional.

A bandeira localizada na entrada do gabinete do Cristovam


É importante lembrar que Cristovam Buarque, coordenador natural da terceira via que disputará o Palácio do Buriti no pleito do mês de outubro, tem uma responsabilidade muito grande para decidir qual dos três pré-candidatos de seu grupo terá sua bênção. A partir daí, a via sob a direção do ex-reitor da UnB deverá se transformar em primeira via. São pré-candidatos: Izalci Lucas (PSDB), Alírio Neto (PTB) e Wanderley Tavares (PRB).

Alckimin tenta emplacar Izalci Lucas para o Buriti, Cristovam ainda não decidiu


A cordial visita do tucano presidenciável certamente tem o objetivo de definir o seu palanque na capital de todos os brasileiros. Izalci Lucas, que não é bobo, além de ser muito articulado com o PSDB nacional, pois derrotou Maria de Lourdes Abadia numa queda de braço que fez a tucana de longa data se transferir para o PSB de Rodrigo Rollemberg, tornou-se o poderoso da sigla de Alckmin em Brasília, mas isso não o garante como candidato do grupo. Corre por fora a pré-candidatura de Alírio Neto, que conta com o aval do presidente nacional do PTB, o ex-deputado Roberto Jefferson, que joga pesado com Alckmin e exige a cabeça de chapa para o delegado aposentado e ex-deputado distrital Alírio Neto. Em Mateus 20, a Bíblia diz que os últimos serão os primeiros. O evangélico Wanderley Tavares (PRB) talvez seja o último colocado em uma pesquisa quantitativa, por ser desconhecido na política e do grande público. Entretanto, em qualquer pesquisa qualitativa séria, feita no Distrito Federal, o nome de Wanderley Tavares é o melhor para ser carregado por Cristovam Buarque e o campeão de votos na capital brasileira, senador Antônio Reguffe (sem partido).

Roberto Jefferson esteve com Alckmin, quando exigiu cabeça de chapa para Alírio em Brasília


Portanto, o encontro do ex-governador paulista Geraldo Alckmin e do senador Cristovam Buarque poderá ter sido na tarde de ontem o encontro de dois homens importantes da nação brasileira, ambos que serviram e servem os seus estados com muita sabedoria. Contudo, no que diz respeito à definição de um palanque no DF para o ninho tucano, certamente muitas águas ainda correrão por debaixo da ponte do Lago Paranoá.

Wanderley Tavares PRB - tem o apoio de 70% dos evangélicos e o melhor perfil para enfrentar Rollemberg